quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

AnnaLe' muito prazer ;)


As pessoas que gostam realmente de mim, aparecem nos momentos que mais preciso e não unicamente quando lhes convem.
- É bem mais importante a companhia do que propriamente o programa.
- As pessoas que me criticam são aquelas que gostariam de ter algo como eu... ou de mim.
- Se me mostro sou oferecida, se me escondo sou arrogante.
- É muito melhor acordar com uma mensagem bonita do que dormir com uma pessoa que se revela feia.
- Nunca serei capaz de ser o que esperam de mim, mas tenho toda a certeza que serei o que fizeram de mim.
- Eu perdoo... mas não esqueço.
- Tenho muito mais valor do que aquilo que me pintam e pintam-me mais do que aquilo que fiz.
- Existem pessoas que permanecem no meu pensamento e nem merecem. Mas prefiro assim.
- Já escondi um amor com medo de o perder, já perdi um amor por escondê-lo.
- Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir as minhas mãos.
- Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
- Já passei noites a chorar até cair no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
- Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
- Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
- Já passei horas em frente ao espelho a tentar descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer desaparecer.
- Já menti e arrependi logo depois, já falei a verdade e também me arrependi.
- Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta no meu canto.
- Já sorri a chorar lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
- Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
- Já tive crises de riso quando não podia.
- Já parti pratos, copos e molduras, de raiva.
- Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
- Já gritei quando deveria ficar calado, já me calei quando deveria gritar.
- Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar a uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
- Já fingi ser o que não sou para agradar a uns, já fingi ser o que não sou para desagradar a outros.
- Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
- Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Hoje tenho medo do escuro.
- Já cai inúmeras vezes e pensei que não me iria reerguer, já me reergui inúmeras vezes e pensei que não cairia mais.
- Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
- Já fiquei a olhar para um carro, por ele levar embora, quem eu amava. E não voltou...
- Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
- Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
- Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
- Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre!
- Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das ideias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
- Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos, mas sou como sou…e é aos meus poucos que me gostam....como sou

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O tempo cura todas as feridas ..


Faz falta uma tecla DELETE, com o efeito do gatilho de uma pistola.Uma vez premido, somos devorados pelo ponto de não retorno, faz falta, quando a vida ameaça tirar-te tudo, até mesmo a dor, quando a vida te sussurra ao ouvido mas só ouves gritos, gritos que para o mundo são mudos, a vida deixa-nos muitas vezes com o karma de vivermos em constante medo de nós próprios e isso só o DELETE podia ajudar.
Essa tecla, por momentos seria mágica, apagar quem se quer, o que se fez ou até quem somos, apagar as memórias que nos deixam sem sonhar, e as atitudes que nos impedem de conhecer quem somos.
É mau estar sozinho, sem nos ouvirmos a nós próprios, sem percebermos se o que estamos a fazer é correcto ou simplesmente só é correcto para nos.
Por vezes faz falta uma retrospectiva para relermos a nossa biografia, e perceber quem realmente somos, e o que realmente fazemos aqui, neste mundo repleto de ratoeiras e decisões dificeis, aos quais por mais gente que te ame e que te apoia não podem decidir por ti.
Mas o pior que a vida tem, é que não há nada de errado, mas nada está totalmente certo.
E assim se passa o tempo, caindo nas incertezas da vida, e nos buracos do medo, nas falésias das decisões, nas portas da esperança, esperança que um dia a vida se mostre corajosa de admitir os seus erros perante cada coração estilhaçado.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Inspiração

A inspiração para cada palavra nasce na veia mais recôndita do lado negro do coração, a beleza de cada sentido figurado de uma frase provém da lágrima mais húmida da alma quebrada em dois.
Nas minhas palavras procuro conhecer-me, ou compreender-me, assim sendo tudo o que escrevo escrevo com a certeza de que se apagará do papel no momento da minha morte, para que não reste provas das minhas lágrimas ou de personagens que finjo ao tornar as palavras em memorias existentes na minha mente, personagens que a única diferença que têm de mim é única e exclusivamente a força e o emprego das palavras, o seu sentido não muda, só a forma de o expressar, na minha mente as palavras são pedras, que ditas com força podem magoar, na boca de alguns veneno, no coração de outros trespassa como laminas de dois gumes.
A inspiração para cada acto provém da necessidade que o coração têm de se mostrar vivo, mas a força com que se expressa provém do estado de quem se expressa, por isso magoamos diariamente tanta gente, pois as vezes não somos fortes o suficiente para calar a inspiração do nosso próprio coração, e quando o tentamos calar ele magoa-se a si mesmo.
A inspiração para cada olhar, para cada pensamento..nasce na raiz dos nossos sonhos, a inspiração para tudo na vida nasce no dia em que respiramos pela primeira vez, mas morre no dia em que quebram as forças com que a protegemos.
Para tudo é preciso inspiração, até para sermos quem nunca fomos, para escrever o que mais ninguém escreveu.
As palavras servem de intermediário entre mim e a minha inspiração, ela devora-me a cada palavra que procuro nela.
Assim palavra a palavra, minuto a minuto, ela vai consumindo o que de mais precioso eu tenho, a beleza de ver as coisas e o dom de as sentir tal como elas são, sentir-lhes o cheiro e o sabor a entrar pelos cantos mais tenebrosos da minha mente, assim eu sei que um dia vou encontra-la, algures nesses ténebres lugares.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Demorei uma hora a conhecer-te e só um dia a apaixonar-me. Mas vai levar toda uma vida a conseguir esquecer-te.

As vezes pergunto-me porque é que gosto de ti ou porque é que alguma vez cheguei a gostar. Tu vais além de todos os limites de uma pessoa normal, ou és demasiado baixo ou demasiado alto, ou demasiado novo ou demasiado velho. Porque é que nao posso escolher quem amo? Seria tudo muito mais facil. Nunca vamos poder estar verdadeiramente juntos por causa de razões que nem eu própria sei explicar. E o que me deixa ainda mais baralhada é essa tua maneira de pensar que as coisas são faceis de resolver e que nada é um drama quando TU, sim TU, és o meu drama.

sábado, 1 de janeiro de 2011

E' apenas um desabafo ..

Os finais são horríveis. Fica o ar vazio, deixamos de ver ao longe, de repente apagam-se as luzes e a vida fecha-se aos nossos olhos. Depois do fim, vem a pergunta fatal; e agora? Dá vontade de ir à bruxa para ter uma ideia, mas resiste-se estoicamente, até porque as fadas também se enganam.
Aproveita-se o tempo para telefonar aos velhos amigos, arrumar gavetas e deitar papéis fora, limpar a memória e deixar o coração de molho, em convalescença a carregar baterias.
Mas o pior são as despedidas. É sempre horrível dizer adeus, mesmo que seja só até logo à noite.
Quando gostamos de alguém, apetece-nos ser mosca para ficar a gravitar incógnito à volta dele, ouvirmos a sua respiração, rirmos com o seu riso e penarmos com as suas dúvidas. Sentimos a vocação falhada de anjo da guarda que não está a cumprir o horário."

Os fins doem tanto. Porque além de acabarem ainda temos de nos despedir.
Não, não gosto de dizer adeus nem de ver o fim de nada, sobretudo se não lhe vi o princípio. Prefiro dizer até um dia destes, mesmo que esse dia demore anos. Ou então, afastar-me sem uma palavra, e deixar no ar o mistério de não saber quando, como e porque é que nos voltaremos a encontrar.
Assim não sou eu que ponho fim às coisas, mas as coisas que um dia acabarão ou não por si